Medição de Tensão de Passo e Toque em Subestações de Energia Elétrica

Medição de Tensão de Passo e Toque – Avalie se o sistema de aterramento realmente protege as pessoas durante uma falta à terra.

A EletroAlta realiza estudos e medições de tensão de passo e tensão de toque para verificar a segurança de trabalhadores, terceiros e ativos em subestações, usinas e instalações industriais, conforme ABNT NBR 15751, IEEE Std 80 e IEEE Std 81.2, com emissão de ART e plano de mitigação.

  • ✔ Engenharia especializada
  • ✔ Atuação nacional
  • ✔ ART
  • ✔ Relatório Técnico
  • ✔ Plano de Mitigação


O risco não está na resistência da malha. Está na tensão aplicada às pessoas.

Uma malha de aterramento com baixa resistência elétrica não garante, por si só, a segurança de trabalhadores, terceiros ou visitantes.

Durante uma falta fase-terra, a corrente elétrica dissipada pelo sistema de aterramento cria gradientes de potencial capazes de produzir tensões de passo e de toque acima dos limites suportáveis pelo corpo humano.

Medição de Tensão de Passo e Toque – É justamente para verificar essa condição que a EletroAlta executa estudos e medições de tensão de passo e toque em subestações, utilizando metodologia baseada na ABNT NBR 15751 e na IEEE Std 81.2 — com injeção de corrente em campo, não apenas medição de resistência com terrômetro comum.

Voltage at Foot 900V Voltage at Foot 800V Ground Grid – 1000V SLG Fault

Choque Elétrico por Tensão de Passo

Equipment Voltage 1000V Voltage at Foot 800V Ground Grid – 1000V SLG Fault

Choque Elétrico por Tensão de Toque


Quando Medição de Tensão de Passo e Toque é necessário?

A avaliação de tensão de passo e de toque é recomendada principalmente nas seguintes situações:

  • Construção de novas subestações
  • Ampliação de plantas industriais com subestação própria
  • Modernização de sistemas elétricos de média e alta tensão
  • Aumento da corrente de curto-circuito disponibilizada pela concessionária/ONS
  • Alteração dos ajustes de proteção (relés e disjuntores)
  • Reformas da malha de aterramento
  • Auditorias de conformidade NR-10
  • Due diligence técnica (aquisição de ativos, financiamento, seguro)
  • Investigação de acidentes elétricos
  • Programas de manutenção e gestão de ativos

Aplicações de Medição de Tensão de Passo e Toque

Executamos medições e estudos de tensão de passo e toque para:

  • Subestações de distribuição
  • Subestações de transmissão
  • Subestações industriais
  • Usinas hidrelétricas
  • Usinas fotovoltaicas
  • Parques eólicos
  • Termelétricas
  • Mineração
  • Siderurgia
  • Petroquímica
  • Papel e celulose
  • Portos & Ferrovias
  • Data centers
  • Grandes consumidores em alta tensão
Tensão de passo e tensão de toque

O que a EletroAlta executa

Nosso escopo contempla todas as etapas necessárias para avaliar a segurança elétrica do sistema de aterramento frente a tensões de passo e de toque.

  • Levantamento documental Projetos, unifilares, memoriais, estudos existentes e histórico de manutenção.
  • Inspeção técnica Malha de aterramento, conexões, equipotencialização, cercas, portões, estruturas metálicas e camada superficial.
  • Medições em campo Resistividade do solo
  • Resistência da malha
    • Tensão de passo
    • Tensão de toque
    • Perfil de potencial
    • Correntes de ensaio (injeção controlada conforme IEEE Std 81.2)
  • Modelagem computacional Solo multicamadas
    • corrente de malha
    • elevação de potencial de terra (GPR)
    • tensões reais
    • tensões admissíveis
    • comparação conforme ABNT NBR 15751

O que entregamos

Entrega de Data Book Técnico contendo:

Relatório Técnico

✔ Memorial de Cálculo

✔ ART

✔ Registro Fotográfico

✔ Diagnóstico das Não Conformidades

✔ Plano de Mitigação

✔ Priorização dos Riscos

✔ Recomendações Técnicas


“A resistência de aterramento responde se a corrente escoa. Só a tensão de passo e de toque responde se a pessoa sobrevive.”Eng. Glauber Maurin, EletroAlta Engenharia


Diferenciais da EletroAlta

Mais de três décadas de atuação Experiência em engenharia elétrica aplicada à segurança de instalações industriais, geração, transmissão e distribuição de energia.

Engenharia independente Os projetos e recomendações são definidos exclusivamente por critérios técnicos, sem vínculo comercial com fabricantes de materiais ou sistemas de aterramento.

Metodologia baseada em normas reconhecidas Os estudos são desenvolvidos conforme ABNT NBR 15751, IEEE Std 80, IEEE Std 81.2, ABNT NBR 7117, ABNT NBR 15749 e demais referências aplicáveis.

Equipe própria Os ensaios são executados por engenheiros e técnicos especializados, com emissão de ART e rastreabilidade documental.


Benefícios para sua empresa

A contratação do estudo permite:

  • Reduzir riscos de acidentes por choque elétrico
  • Comprovar a segurança do sistema de aterramento
  • Apoiar auditorias técnicas e due diligence
  • Subsidiar adequações de engenharia
  • Reduzir passivos técnicos, civis e criminais
  • Aumentar a confiabilidade operacional
  • Preservar pessoas e ativos

Normas aplicáveis

Os estudos podem considerar, conforme o escopo contratado:

ABNT NBR 15751 · IEEE Std 80 · IEEE Std 81.2 · ABNT NBR 7117 · ABNT NBR 15749 · NR-10 · IEC 61936-1


Perguntas Frequentes

Tensão de Passo e Tensão de Toque em Subestações — ABNT NBR 15751 · IEEE Std 81.2 · NR-10

A necessidade depende das características da instalação, do sistema de aterramento, das alterações realizadas e dos requisitos técnicos aplicáveis ao empreendimento. Toda subestação acima de 1 kV está, no entanto, no escopo da ABNT NBR 15751.

Não. A resistência de aterramento é apenas um dos parâmetros avaliados. A segurança depende principalmente das tensões de passo e de toque geradas durante uma falta — entenda a diferença em detalhe.

Depende da metodologia adotada, das condições operacionais e dos requisitos de segurança definidos para cada instalação. A IEEE Std 81.2 descreve métodos de injeção de corrente controlada, aplicáveis com a instalação desenergizada, e o ensaio de falta simulada, realizado com a instalação energizada sob procedimento específico.

Sim. Todos os serviços de engenharia são executados com emissão de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) quando aplicável, conforme Lei nº 6.496/1977.

A EletroAlta atende projetos em todo o território nacional, para subestações, parques de geração e plantas industriais de alta potência.

É a diferença de potencial entre os dois pés de uma pessoa, separados pela distância padronizada de 1 m, na superfície do solo, gerada pelo gradiente de potencial de uma corrente de falta à terra.

É a diferença de potencial entre a mão de uma pessoa em contato com uma estrutura aterrada e seus pés no solo, durante uma falta à terra. O percurso da corrente pelo tórax faz da tensão de toque, em geral, a condição mais crítica.

Ambas nascem do mesmo gradiente de potencial, mas o caminho da corrente pelo corpo é diferente: na tensão de passo, a corrente entra por um pé e sai pelo outro; na tensão de toque, entra pela mão e sai pelos pés, atravessando o tórax — por isso costuma ser a condição mais crítica.

A NBR 15751 especifica os requisitos para dimensionamento do sistema de aterramento de subestações acima de 1 kV e estabelece as condições de segurança para pessoas e instalações, dentro e fora dos limites da subestação. É a norma técnica brasileira oficialmente adotada para este serviço.

É o guia internacional para medição de impedância e características de segurança de sistemas de aterramento grandes, estendidos ou interligados. A EletroAlta o utiliza como referência metodológica de campo para a injeção de corrente controlada e o ensaio de falta simulada, indo além da simples medição de resistência com terrômetro.

É o potencial máximo que o sistema de aterramento pode atingir em relação a um ponto de terra remoto durante uma falta. Quando o GPR calculado excede o fator de segurança da concessionária — tipicamente entre 2 kV e 5 kV —, a IEEE Std 81.2 recomenda medições extensivas de tensão de passo, de toque e de perfil de potencial.

A resistência de aterramento é uma grandeza global da malha, medida em condição de baixa corrente. A tensão de passo e de toque são grandezas locais, que dependem da distribuição real do gradiente de potencial sob corrente de falta — por isso uma malha com resistência baixa pode, ainda assim, apresentar pontos localizados de tensão acima do limite admissível.

A NBR 15751 não fixa uma periodicidade universal. Recomenda-se reavaliação sempre que houver alteração física da malha, do solo, da corrente de falta disponibilizada pela concessionária/ONS ou dos ajustes de proteção — além de qualquer periodicidade específica exigida pela concessionária ou pela política de gestão de ativos do cliente.

O projeto do eletrodo de aterramento deve ser revisado, com aplicação de medidas de mitigação de engenharia até que as tensões reais fiquem abaixo dos limites admissíveis em toda a área de influência da instalação. Operar acima desses limites expõe pessoas a risco real de fibrilação ventricular e expõe a empresa a responsabilização em caso de acidente.

A NR-10 exige, no item 10.2.3, a especificação do sistema de aterramento nos esquemas unifilares do Prontuário de Instalações Elétricas, e no item 10.2.8.3, que o aterramento atenda à regulamentação dos órgãos competentes ou, na ausência dela, às normas internacionais. A verificação de tensão de passo e de toque é o instrumento técnico que demonstra, de forma objetiva, que essa especificação está dentro dos limites de segurança.

Varia com o porte da instalação, a complexidade do solo e o método de ensaio necessário (injeção controlada ou falta simulada). A EletroAlta define o cronograma após o levantamento técnico preliminar e a definição do escopo.

Conforme a IEEE Std 81.2, o ensaio utiliza fonte de corrente e eletrodo remoto, cabos de teste, eletrodos de potencial espaçados em 1 m e instrumentação capaz de detectar pequenos potenciais na presença de ruído do sistema de potência — muito além do terrômetro convencional usado apenas para resistência de aterramento.

Não necessariamente. A brita eleva o valor da tensão admissível pelo corpo humano, mas não altera a tensão real gerada pela malha. Em pontos onde a tensão real excede muito o limite, medidas de redução da tensão real — ampliação de malha, contrapesos, equalização — tornam-se necessárias.

Sim. Centrais geradoras fotovoltaicas e eólicas possuem subestações elevadoras/coletoras sujeitas às mesmas exigências normativas de qualquer subestação acima de 1 kV, além de serem frequentemente auditadas nesse quesito por investidores, seguradoras e processos de conexão à rede.

Não plenamente. O cálculo, baseado em dados reais de corrente de falta, tempo de proteção e resistividade do solo, define o comportamento esperado da malha; a medição de campo verifica e valida esse comportamento nas condições reais da instalação, incluindo não conformidades físicas — como corrosão ou equipotencialização deficiente — que o cálculo teórico não captura.


Saiba mais

Deseja entender em profundidade como surgem as tensões de passo e toque, quais normas são aplicáveis, como são realizados os ensaios de campo e quais critérios determinam se uma instalação é segura?

→ Leia o Guia Técnico Completo sobre Tensão de Passo e Tensão de Toque


Seu sistema de aterramento realmente protege as pessoas?

Apenas a medição da resistência da malha não é suficiente para responder essa pergunta. A EletroAlta realiza avaliações completas de tensão de passo e tensão de toque, com metodologia fundamentada em normas técnicas reconhecidas, emissão de ART e recomendações de mitigação para elevar a segurança e a confiabilidade da instalação.

→ Solicitar um Diagnóstico Técnico