SIRE® – Sistema Integrado de Riscos Elétricos para PGR e GRO conforme NR-1 e NR-10:2026

Integração entre Inventário de Riscos, PGR, GRO e Gestão dos Perigos Elétricos

A publicação da Portaria MTE nº 737/2026, que aprovou a nova redação da NR-10, reforçou a integração entre os riscos elétricos e o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) previsto na NR-1.

Na prática, os riscos associados à eletricidade deixaram de ser tratados apenas como um requisito documental da NR-10 e passaram a fazer parte do processo contínuo de identificação dos perigos, avaliação dos riscos e implementação das medidas de prevenção.

Entretanto, muitas organizações ainda possuem uma desconexão entre a documentação elétrica e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

É comum encontrar empresas que possuem:

Porém, quando se analisa o Inventário de Riscos do PGR, os riscos elétricos são representados apenas por descrições genéricas como:

  • Choque elétrico;
  • Contato com eletricidade;
  • Riscos elétricos.

Essa abordagem pode não representar adequadamente a complexidade dos perigos presentes nas instalações elétricas industriais.

Foi para atender essa necessidade que a EletroAlta desenvolveu o SIRE® – Sistema Integrado de Riscos Elétricos.

Mais do que um serviço de engenharia, o SIRE® é uma metodologia destinada a integrar os perigos elétricos ao PGR e ao GRO, fortalecendo a gestão dos riscos ocupacionais, aumentando a rastreabilidade das informações e contribuindo para a continuidade operacional.


O risco elétrico da sua empresa está efetivamente dentro do PGR?

Muitas organizações acreditam que a simples existência de documentos da NR-10 é suficiente para demonstrar conformidade.

Entretanto, a questão fundamental é outra:

Os riscos elétricos identificados estão formalmente integrados ao sistema de gestão dos riscos ocupacionais da organização?

Essa pergunta se tornou ainda mais relevante com a evolução da NR-10:2026.

A integração entre engenharia elétrica, segurança do trabalho e gestão dos riscos passou a ser um dos pilares para a implementação das medidas de prevenção.

Na prática, isso significa que a organização precisa ser capaz de demonstrar:

  • quais são os perigos elétricos existentes;
  • quais os riscos decorrentes desses perigos;
  • quais medidas de prevenção foram implementadas;
  • quais ações ainda precisam ser executadas;
  • como essas informações são incorporadas ao PGR;
  • como os riscos são monitorados ao longo do tempo.

O SIRE® foi desenvolvido exatamente para preencher essa lacuna.


O que mudou com a nova NR-10:2026?

A nova redação da NR-10 aproximou a gestão dos riscos elétricos do conceito de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais previsto na NR-1.

Essa mudança representa uma evolução importante em relação ao modelo tradicional, baseado apenas na existência de documentos.

A partir da NR-10:2026, a organização deve considerar:

  • os perigos decorrentes do choque elétrico;
  • os riscos associados ao arco elétrico;
  • os métodos e processos de trabalho;
  • as características das instalações elétricas;
  • a necessidade de implementação das medidas de prevenção;
  • os respectivos planos de ação;
  • os cronogramas de adequação;
  • a melhoria contínua.

Dessa forma, a gestão dos riscos elétricos deixa de ser um processo isolado e passa a integrar o sistema de gestão dos riscos ocupacionais da organização.

Essa abordagem aproxima o modelo brasileiro das melhores práticas internacionais adotadas pela NFPA 70E e pelos programas de Electrical Safety utilizados pelas grandes indústrias americanas.


Por que muitas empresas possuem uma falsa sensação de conformidade?

Este é um dos problemas mais frequentes observados em auditorias e diagnósticos de instalações elétricas.

A empresa possui:

  • ✔ RTI;
  • ✔ PIE;
  • ✔ Estudos Elétricos;
  • ✔ Laudos de SPDA;
  • ✔ Treinamentos da NR-10;
  • ✔ Procedimentos de trabalho.

Entretanto, ao analisar o Inventário de Riscos do PGR, encontra-se apenas uma única descrição:

Essa simplificação pode deixar de representar adequadamente os diversos perigos associados à utilização da energia elétrica.

Em consequência, a organização pode possuir uma falsa percepção de conformidade, enquanto importantes vulnerabilidades permanecem fora do sistema de gestão dos riscos.


O que é o SIRE® – Sistema Integrado de Riscos Elétricos?

O SIRE® é uma metodologia desenvolvida pela EletroAlta para promover a integração entre os requisitos da NR-1, do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e da nova NR-10:2026.

Seu objetivo é transformar as informações provenientes das inspeções, estudos e avaliações das instalações elétricas em subsídios para o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.

O SIRE® estabelece uma conexão entre:

Inventário de Riscos, PGR, GRO


O que o SIRE® permite à organização?

A implementação do Sistema Integrado de Riscos Elétricos possibilita:

  • Identificar os perigos elétricos existentes;
  • Integrar os riscos elétricos ao Inventário de Riscos do PGR;
  • Fortalecer o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
  • Produzir evidências para auditorias;
  • Melhorar a rastreabilidade das informações;
  • Apoiar a elaboração dos planos de ação;
  • Priorizar investimentos;
  • Aumentar a confiabilidade das instalações;
  • Preservar a continuidade operacional;
  • Contribuir para a redução dos riscos de choque elétrico e arco elétrico;
  • Aproximar a organização das melhores práticas internacionais.

Os riscos elétricos da sua organização estão adequadamente representados no PGR?

A EletroAlta desenvolveu o SIRE® para integrar NR-01, GRO, PGR e NR-10:2026, fortalecendo a gestão dos riscos elétricos e a continuidade operacional.

O que é o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO)?

O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), estabelecido pela NR-01, é um processo contínuo destinado à identificação dos perigos, avaliação dos riscos e implementação das medidas de prevenção necessárias para proteger os trabalhadores e preservar a integridade dos processos.

Mais do que um documento, o GRO constitui um sistema de gestão baseado na melhoria contínua.

Seu objetivo é assegurar que os perigos existentes na organização sejam conhecidos, avaliados e tratados de forma sistemática.

Esse processo contempla:

  • identificação dos perigos;
  • avaliação dos riscos;
  • definição das medidas de prevenção;
  • implementação das ações;
  • monitoramento dos resultados;
  • revisão e melhoria contínua.

A nova NR-10:2026 reforçou explicitamente que os riscos elétricos devem ser tratados dentro dessa mesma lógica.


O que é o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)?

O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) é a ferramenta documental utilizada para implementar o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais previsto na NR-01.

O PGR é composto por dois elementos principais:

Inventário de Riscos

Documento responsável pela identificação dos perigos, avaliação dos riscos e definição das medidas de prevenção.

Plano de Ação

Documento que estabelece as ações necessárias para eliminar ou reduzir os riscos identificados.

O Inventário de Riscos constitui uma fotografia dos perigos existentes na organização e representa um dos principais instrumentos de gestão da segurança e saúde no trabalho.


Como os riscos elétricos devem ser ser tratados no PGR?

A energia elétrica está presente em praticamente todas as atividades industriais.

Por esse motivo, os riscos elétricos não podem ser tratados de maneira genérica ou simplificada.

A nova NR-10:2026 passou a integrar explicitamente a gestão dos riscos elétricos ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais previsto na NR-1.

Isso significa que a organização deve considerar:

  • os perigos existentes;
  • as características das instalações elétricas;
  • os processos de trabalho;
  • os riscos de choque elétrico;
  • os riscos de arco elétrico;
  • as medidas de prevenção;
  • os planos de ação;
  • os cronogramas de adequação.

O Inventário de Riscos do PGR é suficiente para representar os riscos elétricos?

Nem sempre.

Em muitas organizações, os riscos elétricos são resumidos a uma única linha:

Choque elétrico.

Essa abordagem pode ser insuficiente para representar a complexidade dos perigos associados à utilização da energia elétrica.

Na prática, diversos eventos podem comprometer a segurança das pessoas, a integridade dos ativos e a continuidade operacional.


Quais perigos elétricos devem ser considerados no PGR?

A identificação dos perigos deve considerar as características das instalações e dos processos da organização.

Entre os principais perigos elétricos destacam-se:


Choque elétrico

O choque elétrico é um dos riscos mais conhecidos e está associado ao contato direto ou indireto com partes energizadas.

Suas consequências podem variar desde lesões leves até acidentes fatais.

As medidas de prevenção incluem:

  • desenergização;
  • bloqueio e etiquetagem;
  • aterramento;
  • EPC;
  • EPI;
  • treinamento;
  • procedimentos operacionais.

Arco elétrico

O arco elétrico é um dos eventos mais severos associados à eletricidade.

Sua ocorrência pode provocar:

  • queimaduras graves;
  • lesões auditivas;
  • projeção de partículas metálicas;
  • danos aos equipamentos;
  • interrupções dos processos produtivos.

A nova NR-10:2026 passou a reconhecer explicitamente os riscos decorrentes do arco elétrico, aproximando-se das práticas da NFPA 70E.


Energização inadvertida

A reenergização não intencional durante atividades de manutenção representa uma das principais causas de acidentes elétricos.

Por esse motivo, os procedimentos de bloqueio e etiquetagem (LOTO) desempenham papel fundamental na gestão dos riscos.


Sobretensões

As sobretensões podem provocar:

  • queima de equipamentos;
  • interrupções de processos;
  • perda de dados;
  • falhas em sistemas eletrônicos.

Suas causas podem estar associadas a:

  • descargas atmosféricas;
  • manobras no sistema elétrico;
  • defeitos nas instalações.

Subtensões

As subtensões podem provocar:

  • desligamentos inesperados;
  • falhas em inversores;
  • perda de produção;
  • redução da vida útil dos equipamentos.

Harmônicos

A presença de harmônicos pode resultar em:

  • aquecimento excessivo;
  • disparos indevidos;
  • falhas em bancos de capacitores;
  • redução da vida útil dos transformadores;
  • perdas adicionais de energia.

Oscilações de tensão

As oscilações de tensão afetam a estabilidade dos processos produtivos e podem comprometer a confiabilidade dos equipamentos.


Falhas em sistemas de proteção

A ausência de seletividade ou ajustes inadequados pode ampliar significativamente as consequências dos eventos elétricos.

Entre os impactos possíveis destacam-se:

  • desligamentos em cascata;
  • perda da continuidade operacional;
  • danos aos equipamentos;
  • aumento da energia incidente.

Descargas atmosféricas

As descargas atmosféricas representam importante fonte de riscos para pessoas e ativos.

As medidas de controle incluem:

  • SPDA;
  • DPS;
  • aterramento;
  • equipotencialização;
  • inspeções periódicas.

Falhas em transformadores

Transformadores representam ativos críticos para a maioria das instalações industriais.

Suas falhas podem resultar em:

  • interrupções prolongadas;
  • perdas financeiras;
  • danos patrimoniais;
  • riscos à segurança.

Falhas em painéis elétricos e CCMs

Problemas em painéis elétricos podem provocar:

  • arco elétrico;
  • incêndios;
  • indisponibilidade dos processos;
  • danos aos ativos.

Falhas em sistemas de aterramento

Os sistemas de aterramento desempenham papel fundamental na proteção das pessoas e dos equipamentos.

Sua deficiência pode comprometer:

  • a atuação dos dispositivos de proteção;
  • a segurança dos trabalhadores;
  • a imunidade dos sistemas;
  • a confiabilidade operacional.

Riscos elétricos e continuidade operacional

Os riscos elétricos não afetam apenas a segurança das pessoas.

Eles também podem comprometer:

  • disponibilidade dos ativos;
  • produtividade;
  • qualidade dos produtos;
  • confiabilidade dos processos;
  • cumprimento dos contratos;
  • reputação da organização.

Por esse motivo, a gestão dos riscos elétricos deve ser entendida como um elemento estratégico para a continuidade operacional do negócio.


Por que os perigos elétricos normalmente são subestimados no PGR?

Em muitos casos, a elaboração do Inventário de Riscos é conduzida com foco predominante em segurança ocupacional.

Entretanto, a avaliação aprofundada dos riscos elétricos normalmente exige conhecimentos específicos em:

  • engenharia elétrica;
  • sistemas de potência;
  • proteção elétrica;
  • arco elétrico;
  • qualidade da energia;
  • SPDA;
  • confiabilidade;
  • gestão de ativos.

Como consequência, diversos perigos permanecem sub-representados ou até mesmo ausentes no Inventário de Riscos.

É justamente essa lacuna que o SIRE® foi desenvolvido para preencher.


O Inventário de Riscos da sua organização representa adequadamente os perigos elétricos existentes?

A EletroAlta desenvolveu o SIRE® para integrar engenharia elétrica, segurança do trabalho e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, fortalecendo o PGR e promovendo uma visão mais consistente dos riscos elétricos.


O que é o Inventário de Perigos Elétricos?

O Inventário de Perigos Elétricos é uma ferramenta especializada desenvolvida para identificar, caracterizar e avaliar os perigos associados à utilização da energia elétrica, fornecendo informações técnicas para o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e para o Inventário de Riscos do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Ao contrário das abordagens convencionais, que normalmente registram apenas a existência do risco de choque elétrico, o Inventário de Perigos Elétricos busca aprofundar a análise, considerando os diversos eventos capazes de comprometer a segurança das pessoas, a integridade dos ativos e a continuidade operacional.

Seu objetivo é permitir que os perigos elétricos sejam tratados com o mesmo nível de profundidade utilizado em outras disciplinas de engenharia de riscos.


Por que os perigos elétricos merecem tratamento especializado?

A energia elétrica está associada a fenômenos complexos que normalmente exigem conhecimentos específicos de engenharia.

Entre eles:

  • choque elétrico;
  • arco elétrico;
  • energização inadvertida;
  • falhas de proteção;
  • sobretensões;
  • subtensões;
  • harmônicos;
  • descargas atmosféricas;
  • falhas em transformadores;
  • falhas em painéis elétricos;
  • falhas em sistemas de aterramento;
  • indisponibilidade operacional.

Por essa razão, os riscos elétricos demandam avaliações mais aprofundadas do que aquelas normalmente encontradas em Inventários de Riscos convencionais.


Qual a diferença entre Inventário de Riscos do PGR e Inventário de Perigos Elétricos?

Embora sejam ferramentas complementares, possuem objetivos distintos.

As duas ferramentas são complementares e não substituem uma à outra.


O Inventário de Perigos Elétricos substitui o PGR?

Não.

O Programa de Gerenciamento de Riscos possui uma abrangência muito maior e contempla todos os perigos ocupacionais existentes na organização.

O Inventário de Perigos Elétricos representa uma ferramenta especializada, destinada a aprofundar a análise dos riscos relacionados à eletricidade e fornecer subsídios técnicos para o Inventário de Riscos e para o Plano de Ação do PGR.


O Inventário de Perigos Elétricos substitui o RTI?

Não.

Essas ferramentas possuem finalidades distintas.

Na prática, esses elementos se complementam e fortalecem a gestão dos riscos da organização.


Como funciona o SIRE® – Sistema Integrado de Riscos Elétricos?

O SIRE® foi desenvolvido para criar uma conexão estruturada entre os requisitos da NR-1 e da nova NR-10:2026.

Sua metodologia contempla seis etapas principais.


1. Levantamento das informações existentes

São analisados documentos como:

  • Inventário de Riscos do PGR;
  • Plano de Ação;
  • RTI;
  • PIE;
  • diagramas unifilares;
  • estudos elétricos;
  • laudos de SPDA;
  • registros de treinamentos;
  • procedimentos operacionais.

2. Identificação dos perigos elétricos

São avaliados os principais perigos associados às instalações elétricas.

Entre eles:

  • choque elétrico;
  • arco elétrico;
  • energização inadvertida;
  • falhas de proteção;
  • sobretensões;
  • subtensões;
  • harmônicos;
  • descargas atmosféricas;
  • falhas em ativos críticos.

3. Avaliação dos riscos

São consideradas:

  • probabilidade;
  • severidade;
  • frequência de exposição;
  • medidas de controle existentes;
  • consequências potenciais.

Essa etapa permite priorizar os riscos mais significativos.


4. Integração com o Inventário de Riscos do PGR

As informações obtidas são utilizadas para fortalecer:

  • identificação dos perigos;
  • caracterização dos riscos;
  • medidas de prevenção;
  • classificação dos riscos;
  • rastreabilidade das informações.

5. Elaboração do Plano de Ação

São definidas:

  • medidas corretivas;
  • responsáveis;
  • prioridades;
  • cronogramas;
  • evidências necessárias.

6. Melhoria contínua

As informações passam a integrar o sistema de gestão dos riscos ocupacionais da organização, promovendo maior consistência entre a NR-1 e a NR-10.


Quais informações do Inventário de Perigos Elétricos podem alimentar o PGR?

Uma das maiores contribuições do SIRE® consiste em transformar informações técnicas em subsídios para o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.

Entre elas:

Identificação dos perigos

  • choque elétrico;
  • arco elétrico;
  • energização inadvertida;
  • descargas atmosféricas.

Avaliação dos riscos

  • severidade;
  • probabilidade;
  • frequência de exposição.

Medidas de prevenção

  • EPC;
  • EPI;
  • procedimentos;
  • treinamentos;
  • sistemas de proteção.

Plano de ação

  • prioridades;
  • responsáveis;
  • prazos;
  • cronogramas.

Os quatro entregáveis do SIRE®

O Sistema Integrado de Riscos Elétricos foi concebido para fornecer quatro entregáveis principais.

Inventário de Perigos Elétricos

Identificação estruturada dos perigos associados à energia elétrica.

Integração com o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

Fortalecimento da aderência entre NR-1 e NR-10.

Alimentação do Inventário de Riscos do PGR

Incorporação dos riscos elétricos ao sistema de gestão da organização.

Plano de Ação Priorizado

Definição das medidas de prevenção e dos respectivos cronogramas de implementação.


Como o SIRE® se relaciona com RTI, PGR, GRO, PIE e PGREI®?

Cada ferramenta possui uma finalidade específica.

Ao contrário, constituem um ecossistema integrado para gestão dos riscos elétricos e ocupacionais.


SIRE® – A ponte entre a NR-1 e a nova NR-10:2026

A principal função do SIRE® é conectar dois mundos que tradicionalmente evoluíram de forma independente:

Segurança e Saúde no Trabalho

Engenharia Elétrica

Gestão dos Riscos Ocupacionais

Continuidade Operacional

Essa integração permite que a organização transforme documentos isolados em um sistema estruturado de gestão dos riscos.


O Inventário de Riscos do PGR da sua organização representa adequadamente os perigos elétricos existentes?

A EletroAlta desenvolveu o SIRE® para integrar os requisitos da NR-1 e da nova NR-10:2026, fortalecendo a gestão dos riscos ocupacionais, aumentando a rastreabilidade das informações e contribuindo para a continuidade operacional.


Como o SIRE® contribui para o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO)?

O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais previsto na NR-1 é baseado em um processo contínuo de identificação dos perigos, avaliação dos riscos e implementação das medidas de prevenção.

Nesse contexto, o SIRE® foi desenvolvido para fornecer informações técnicas que fortalecem o GRO, permitindo que os riscos elétricos sejam incorporados ao sistema de gestão da organização de forma estruturada e rastreável.

O Sistema Integrado de Riscos Elétricos permite:

  • identificar os perigos relacionados à energia elétrica;
  • avaliar os riscos associados ao choque elétrico e ao arco elétrico;
  • apoiar a definição das medidas de prevenção;
  • alimentar o Inventário de Riscos do PGR;
  • contribuir para a elaboração dos planos de ação;
  • promover a melhoria contínua.

Mais do que atender requisitos normativos, o objetivo é fortalecer a maturidade da gestão dos riscos ocupacionais.


A Hierarquia das Medidas de Controle aplicada aos riscos elétricos

A NR-01 estabelece que as medidas de prevenção devem observar uma hierarquia de controles.

Essa abordagem também é aplicável aos riscos elétricos.


Eliminação do perigo

Sempre que possível, a eliminação do perigo constitui a medida mais eficaz.

Exemplos:

  • substituição de equipamentos obsoletos;
  • eliminação do trabalho energizado;
  • adequações das instalações;
  • modernização dos sistemas de proteção.

Medidas de proteção coletiva (EPC)

Quando a eliminação não é possível, devem ser priorizadas as medidas de proteção coletiva.

Exemplos:

  • barreiras e invólucros;
  • aterramento;
  • bloqueio e etiquetagem;
  • sistemas de intertravamento;
  • sinalização;
  • sistemas de proteção;
  • monitoramento contínuo.

Medidas administrativas

Incluem:

  • procedimentos operacionais;
  • permissões de trabalho;
  • capacitação;
  • inspeções periódicas;
  • gestão documental;
  • supervisão das atividades.

Equipamentos de Proteção Individual (EPI)

Os EPIs representam a última barreira de proteção.

Entre eles:

  • vestimentas contra arco elétrico;
  • luvas isolantes;
  • protetores faciais;
  • capacetes;
  • calçados de segurança;
  • ferramentas isoladas.

Essa abordagem está alinhada aos princípios da NR-01, da nova NR-10:2026 e das melhores práticas internacionais adotadas pela NFPA 70E.


Como o SIRE® contribui para o Plano de Ação do PGR?

Um dos principais objetivos do Programa de Gerenciamento de Riscos é transformar a identificação dos perigos em ações concretas.

Por esse motivo, o SIRE® não se limita à identificação dos riscos elétricos.

A metodologia também fornece informações para a elaboração do Plano de Ação do PGR.

Entre elas:

  • medidas de prevenção necessárias;
  • prioridades de implementação;
  • responsáveis;
  • recursos necessários;
  • cronogramas;
  • evidências das ações executadas.

Essa abordagem permite transformar informações técnicas em decisões práticas.


Plano de Ação e Cronograma de Adequação

A nova NR-10:2026 reforçou a necessidade de implementação das medidas de prevenção e dos respectivos cronogramas de adequação.

Por esse motivo, o SIRE® contribui para:

Priorização das ações

Identificação dos riscos mais relevantes.

Gestão dos investimentos

Aplicação racional dos recursos disponíveis.

Planejamento das adequações

Execução estruturada das melhorias.

Rastreabilidade das ações

Documentação das evidências e acompanhamento da evolução.


Como o SIRE® contribui para Engenharia, SESMT e Gestão Industrial?

Uma das principais vantagens do Sistema Integrado de Riscos Elétricos é promover a integração entre áreas que tradicionalmente trabalham de forma independente.


Engenharia

Permite:

  • maior rastreabilidade técnica;
  • melhor definição das prioridades;
  • apoio à gestão dos ativos;
  • suporte aos investimentos.

SESMT

Contribui para:

  • fortalecimento do PGR;
  • maior consistência do Inventário de Riscos;
  • integração com a NR-10;
  • melhoria da gestão dos perigos elétricos.

Manutenção

Permite:

  • identificar vulnerabilidades;
  • aumentar a confiabilidade dos ativos;
  • reduzir falhas;
  • melhorar o planejamento das intervenções.

Diretores Industriais

Favorece:

  • redução das perdas;
  • maior previsibilidade operacional;
  • preservação dos ativos;
  • continuidade do negócio.

Qual a relação entre riscos elétricos e continuidade operacional?

Tradicionalmente, os riscos elétricos eram associados apenas à segurança das pessoas.

Entretanto, a energia elétrica representa um dos principais fatores para a continuidade dos processos produtivos.

Falhas elétricas podem provocar:

  • interrupções da produção;
  • perdas financeiras;
  • danos aos equipamentos;
  • atrasos em entregas;
  • perda de qualidade dos produtos;
  • impactos contratuais;
  • prejuízos à reputação da organização.

Por esse motivo, a gestão dos riscos elétricos deve ser entendida como um componente estratégico da continuidade operacional.


Como o SIRE® contribui para auditorias?

A integração entre os riscos elétricos e o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais aumenta a consistência das evidências apresentadas em auditorias.

O sistema contribui para:

  • auditorias de conformidade;
  • auditorias ISO;
  • programas ESG;
  • auditorias corporativas;
  • avaliações de seguradoras;
  • processos de due diligence.

Além disso, fortalece a rastreabilidade das decisões e das medidas de prevenção implementadas.


Como o SIRE® contribui para seguradoras?

As seguradoras têm demonstrado crescente interesse na forma como os riscos são gerenciados pelas organizações.

A existência de um sistema estruturado para gestão dos riscos elétricos contribui para:

  • evidenciar diligência técnica;
  • fortalecer a gestão dos ativos;
  • reduzir vulnerabilidades;
  • aumentar a confiabilidade das instalações;
  • apoiar processos de renovação de apólices;
  • melhorar a governança dos riscos.

Por que a integração entre NR-1 e NR-10 será uma tendência nas grandes indústrias?

A evolução da legislação brasileira aproxima-se cada vez mais das melhores práticas internacionais.

Modelos como:

  • NFPA 70E;
  • ISO 31000;
  • ISO 45001;
  • ISO 55001;
  • NFPA 70B;

são baseados em gestão contínua e não apenas em documentos isolados.

Nesse cenário, a tendência é que as organizações evoluam de uma abordagem baseada em conformidade para um modelo fundamentado em gestão dos riscos e confiabilidade operacional.

O SIRE® foi concebido exatamente para atender essa nova realidade.


Comparação entre a abordagem tradicional e o SIRE®


Por que o SIRE® foi desenvolvido?

Porque a pergunta mais importante não é:

“A empresa possui RTI, PIE ou estudos elétricos?”

A verdadeira pergunta é:

“Os riscos elétricos identificados estão efetivamente integrados ao sistema de gestão dos riscos ocupacionais da organização?”

O SIRE® foi desenvolvido pela EletroAlta para responder essa pergunta e transformar informações técnicas em ações capazes de proteger pessoas, preservar ativos e fortalecer a continuidade operacional.


O Inventário de Riscos da sua organização representa adequadamente os perigos elétricos existentes?

A EletroAlta desenvolveu o SIRE® para integrar NR-1, GRO, PGR e NR-10:2026, promovendo uma abordagem moderna para gestão dos riscos elétricos e continuidade operacional.


Benefícios do SIRE® – Sistema Integrado de Riscos Elétricos

A integração entre os riscos elétricos, o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) proporciona benefícios que vão além da conformidade normativa.

Ao estabelecer uma conexão entre engenharia elétrica, segurança do trabalho e gestão dos ativos, o SIRE® contribui para uma abordagem mais consistente e sustentável da gestão dos riscos.


Maior aderência entre NR-1 e NR-10

Promove a integração entre o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e os requisitos da nova NR-10:2026, fortalecendo a coerência entre os documentos e processos da organização.


Inventário de Riscos mais consistente

Permite que os riscos elétricos sejam representados com maior profundidade técnica, evitando descrições genéricas e aumentando a qualidade das informações utilizadas pelo PGR.


Melhor rastreabilidade das informações

Favorece a conexão entre:

  • PGR;
  • GRO;
  • RTI;
  • PIE;
  • Estudos Elétricos;
  • Planos de Ação.

Priorização dos investimentos

Possibilita direcionar recursos para os riscos mais relevantes, aumentando a eficiência das ações corretivas.


Redução da exposição aos riscos elétricos

Contribui para a implementação das medidas de prevenção relacionadas:

  • ao choque elétrico;
  • ao arco elétrico;
  • às falhas dos sistemas elétricos;
  • às vulnerabilidades operacionais.

Apoio às auditorias e seguradoras

Fortalece as evidências relacionadas à gestão dos riscos e à diligência técnica da organização.


Aumento da confiabilidade dos ativos

Favorece a preservação da integridade dos sistemas elétricos e a redução da ocorrência de falhas.


Continuidade operacional

Contribui para reduzir perdas de produção, indisponibilidade dos ativos e interrupções dos processos.


Quais empresas podem se beneficiar do SIRE®?

O Sistema Integrado de Riscos Elétricos é recomendado para organizações que possuem instalações elétricas críticas ou operações com elevada dependência da energia elétrica.

Entre elas:

  • Indústrias alimentícias;
  • Papel e celulose;
  • Agronegócio;
  • Mineração;
  • Siderurgia;
  • Petroquímica;
  • Química;
  • Hospitais;
  • Saneamento;
  • Data Centers;
  • Centros Logísticos;
  • Shopping Centers;
  • Infraestrutura crítica;
  • Empresas com instalações de média tensão;
  • Organizações integrantes do Sistema Elétrico de Potência (SEP).

Como o SIRE® se integra às soluções da EletroAlta?

O SIRE® foi desenvolvido para complementar os demais sistemas e documentos relacionados à gestão dos riscos elétricos.

Essas ferramentas são complementares e não substituem umas às outras.


Perguntas Frequentes sobre SIRE®, PGR e GRO

O Inventário de Riscos do PGR substitui o RTI da NR-10?

Não.

O Inventário de Riscos possui abrangência ocupacional. O RTI é uma ferramenta de engenharia destinada à avaliação das instalações elétricas.


O PGR substitui a gestão dos riscos elétricos?

Não.

O PGR é um sistema de gestão ocupacional. A gestão dos riscos elétricos exige avaliações especializadas e integração com a NR-10.


O SIRE® substitui o PGR?

Não.

O SIRE® é uma metodologia complementar destinada a fortalecer a representação dos riscos elétricos dentro do PGR.


O SIRE® substitui o RTI?

Não.

O RTI possui foco nas inspeções das instalações elétricas. O SIRE® utiliza essas informações para alimentar o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.


O SIRE® substitui o PGREI®?

Não.

O PGREI® é um sistema permanente de Gestão de Riscos Elétricos Industriais. O SIRE® atua especificamente na integração entre os riscos elétricos e o PGR.


O Inventário de Riscos do PGR é suficiente para representar os riscos elétricos?

Nem sempre.

Em muitos casos, os perigos elétricos são tratados de forma simplificada, exigindo avaliações especializadas.


O que é o Inventário de Perigos Elétricos?

É uma ferramenta destinada à identificação e caracterização dos perigos relacionados à energia elétrica, fornecendo subsídios para o PGR e para o GRO.


O SIRE® atende à NR-1?

Sim.

Sua metodologia foi desenvolvida com base nos princípios do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais previstos na NR-1.


O SIRE® atende à nova NR-10:2026?

Sim.

O sistema foi concebido para fortalecer a integração entre os requisitos da nova NR-10 e o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.


O SIRE® é indicado apenas para indústrias?

Não.

Pode ser aplicado em qualquer organização que possua riscos elétricos relevantes.


O SIRE® contribui para auditorias?

Sim.

Ele fortalece a rastreabilidade das informações e as evidências relacionadas à gestão dos riscos.


O SIRE® contribui para seguradoras?

Sim.

A integração dos riscos elétricos ao sistema de gestão aumenta a robustez das evidências relacionadas à diligência técnica.


O SIRE® pode auxiliar na continuidade operacional?

Sim.

A identificação dos perigos elétricos e a priorização das medidas de prevenção contribuem para a redução das falhas e da indisponibilidade dos ativos.


Por que escolher a EletroAlta?

A EletroAlta Engenharia atua há mais de 30 anos em segurança elétrica, estudos elétricos, integridade dos ativos e gestão dos riscos elétricos industriais.

Com a publicação da nova NR-10:2026, desenvolveu o SIRE® – Sistema Integrado de Riscos Elétricos, uma metodologia inovadora voltada para a integração entre:

  • NR-1;
  • GRO;
  • PGR;
  • Engenharia Elétrica;
  • Gestão dos Ativos;
  • Continuidade Operacional.

Mais do que atender requisitos legais, o objetivo é fornecer às organizações uma visão estruturada dos perigos elétricos, fortalecendo a governança técnica e transformando conformidade em confiabilidade.


Os riscos elétricos da sua organização estão adequadamente representados no PGR?

A EletroAlta desenvolveu o SIRE® para integrar os requisitos da NR-1 e da nova NR-10:2026, fortalecendo a gestão dos riscos ocupacionais, aumentando a rastreabilidade das informações e contribuindo para a proteção das pessoas, dos ativos e da continuidade operacional.