PGREI® — Programa de Gestão de Riscos Elétricos Industriais | EletroAlta

Eliminamos riscos elétricos em plantas industriais, assegurando conformidade legal, proteção de pessoas e continuidade operacional.

Equivalente ao Electrical Safety Program (ESP) da NFPA 70E

O PGREI® é a metodologia da EletroAlta para implantação e manutenção de um Programa de Gestão de Riscos Elétricos Industriais, equivalente ao conceito de Electrical Safety Program previsto na NFPA 70E.

No Brasil, acidentes elétricos continuam subestimados como risco corporativo. Em 2023, foram registrados 2.089 acidentes de origem elétrica, com 781 mortes — 674 delas por choque elétrico, segundo a Abracopel. O risco elétrico não é estatística de segurança do trabalho: é exposição direta ao negócio, à diretoria e ao responsável técnico.

Reduza acidentes, passivos jurídicos e paradas não planejadas com engenharia especializada em NR-10.


A realidade do gestor industrial

Você é responsável por:

  • manter a produção rodando
  • resolver emergências diárias
  • gerenciar equipes
  • garantir disponibilidade de equipamentos
  • atender metas e prazos

E, ao mesmo tempo, precisa cuidar de toda a gestão da NR-10:

  • laudos técnicos
  • prontuário elétrico
  • ensaios de EPI e EPC
  • treinamentos
  • inspeções
  • auditorias

No fim do dia, a sensação é sempre a mesma:

Palestra técnica

Falhas elétricas não são acidentes

Como decisões técnicas adiadas criam acidentes industriais.

Conheça a palestra apresentada pelo Eng. Glauber Maurin sobre risco elétrico, governança técnica e continuidade operacional.

🔵 Conhecer a palestra


O risco que fica invisível

O problema é que o risco elétrico não aparece no relatório mensal.
Ele aparece no momento mais crítico:

  • na autuação do Ministério do Trabalho
  • no acidente com colaborador
  • no processo trabalhista
  • na cobrança da seguradora

E quando isso acontece, a pergunta não é técnica. É jurídica:

“Quem era o responsável?”

📄 Baixar Check-list de Conformidade NR-10


O verdadeiro problema não é a norma. É a gestão.

A NR-10 exige:

  • controle contínuo
  • documentação rastreável
  • evidências atualizadas
  • responsabilidade técnica formal
  • integração com o PGR da NR-01

Gerenciar tudo isso internamente exige:

  • tempo que você não tem
  • equipe dedicada
  • disciplina permanente
  • conhecimento técnico específico

Resultado comum:

  • laudos vencidos
  • documentos dispersos
  • prazos perdidos
  • auditorias improvisadas
  • exposição jurídica pessoal

PGREI® — Programa de Gestão de Riscos Elétricos Industriais | EletroAlta

PGREI® – Programa de Gestão de Riscos Elétricos Industriais

O PGREI® foi criado exatamente para resolver essa dor.

Ele não é um conjunto de papéis.
Não é um checklist.
Não é apenas um software.

👉 É a terceirização qualificada da gestão da NR-10.

Você continua cuidando da operação.
Nós assumimos a gestão técnica do risco elétrico.


O que o PGREI® faz por você

Assumimos de forma contínua:

  • organização e atualização do Prontuário Elétrico
  • gestão de prazos e vencimentos
  • inventário e avaliação de riscos
  • controle de laudos e ensaios
  • rastreabilidade documental
  • suporte em auditorias e fiscalizações
  • responsabilidade técnica com ART

Na prática, você deixa de apagar incêndios e passa a ter um sistema organizado e previsível.


Política Corporativa de Segurança Elétrica

A implementação de um Programa de Gestão de Riscos Elétricos Industriais (PGREI®) começa pelo estabelecimento da Política Corporativa de Segurança Elétrica da organização.

Esta política define os princípios, responsabilidades e compromissos da alta direção para a prevenção de acidentes, proteção dos trabalhadores, preservação dos ativos e continuidade operacional das instalações elétricas.

Por meio do PGREI®, são estabelecidos critérios formais para:

  • identificação e controle dos perigos elétricos;
  • avaliação e tratamento dos riscos;
  • definição de responsabilidades dos gestores e trabalhadores autorizados;
  • atendimento aos requisitos da NR-10, NR-01 (PGR/GRO), ABNT NBR 17227 e normas internacionais aplicáveis;
  • implementação de medidas de proteção coletiva e individual;
  • capacitação e qualificação das equipes;
  • monitoramento de indicadores de desempenho;
  • auditorias e melhoria contínua do programa.

A Política de Segurança Elétrica constitui a base de governança do PGREI®, alinhando pessoas, processos e ativos aos objetivos de segurança, confiabilidade e continuidade operacional da organização.


Critérios de Aceitação dos Riscos Elétricos

O PGREI® estabelece critérios formais para avaliação e aceitação dos riscos elétricos, em conformidade com os princípios de gerenciamento de riscos previstos na NR-10:2026, NR-01 (GRO/PGR), ABNT NBR ISO 31000, ABNT NBR IEC 31010 e nas melhores práticas internacionais de segurança elétrica.

A avaliação dos riscos considera a combinação entre a severidade das possíveis consequências e a probabilidade de ocorrência dos eventos perigosos, permitindo classificar os riscos e definir as medidas de controle necessárias para sua redução.

A aceitabilidade do risco é determinada com base em critérios previamente estabelecidos pela organização, assegurando que os riscos elétricos sejam tratados de forma consistente, documentada e rastreável.

Classificação dos riscos

Risco Aceitável

Corresponde às situações em que os níveis de risco permanecem suficientemente reduzidos, sendo considerados compatíveis com os critérios definidos pela organização e pelas normas aplicáveis, mantendo-se os controles existentes e o monitoramento periódico.

Risco Tolerável

Representa situações nas quais o risco pode ser aceito temporariamente, desde que sejam implementadas medidas de controle adicionais, planos de ação, acompanhamento dos indicadores e revisão periódica das condições de exposição.

Risco Não Aceitável

Caracteriza situações em que a magnitude do risco exige intervenção obrigatória, demandando a adoção de medidas de eliminação, substituição ou redução do risco antes da execução das atividades ou da continuidade da operação.

Princípio ALARP

O PGREI® adota o princípio ALARP (As Low As Reasonably Practicable), segundo o qual os riscos elétricos devem ser reduzidos a níveis tão baixos quanto razoavelmente praticáveis, por meio da aplicação de medidas técnicas, administrativas e organizacionais compatíveis com a gravidade do perigo e com a viabilidade de implementação.

Hierarquia das Medidas de Controle

As medidas de tratamento dos riscos são priorizadas conforme a hierarquia prevista na NR-01 e nas práticas internacionais de gestão de riscos:

  • Eliminação do perigo;
  • Substituição;
  • Medidas de engenharia;
  • Sistemas e medidas de proteção coletiva;
  • Medidas administrativas e procedimentos de trabalho;
  • Capacitação e qualificação dos trabalhadores;
  • Equipamentos de proteção individual.

Matriz de Severidade × Probabilidade

A classificação dos riscos elétricos no PGREI® é realizada por meio de matrizes de severidade e probabilidade, considerando, entre outros aspectos:

  • choque elétrico;
  • arco elétrico e energia incidente;
  • queimaduras;
  • explosões e incêndios;
  • falhas operacionais;
  • indisponibilidade e continuidade operacional;
  • danos aos ativos;
  • impactos às pessoas, ao meio ambiente e ao negócio.

Os resultados da avaliação subsidiam a definição dos planos de ação, prioridades de investimento e medidas de controle necessárias para a redução contínua dos riscos.


Governança e Responsabilidades

A eficácia do Programa de Gestão de Riscos Elétricos Industriais (PGREI®) depende do estabelecimento de responsabilidades claras e da participação integrada dos diversos níveis da organização.

Em conformidade com os princípios da NR-10:2026, NR-01 (GRO/PGR), ABNT NBR ISO 31000 e práticas equivalentes ao Electrical Safety Program da NFPA 70E, o PGREI® define uma estrutura de governança para assegurar a gestão sistemática dos riscos elétricos e a melhoria contínua do desempenho em segurança elétrica.

Alta Direção

Compete à alta direção:

  • estabelecer a Política de Segurança Elétrica;
  • prover recursos humanos, técnicos e financeiros;
  • aprovar os critérios de aceitação dos riscos;
  • garantir a implementação e manutenção do PGREI®;
  • promover a cultura de segurança e a melhoria contínua.

Gestores e Lideranças

Compete aos gestores e responsáveis pelas áreas:

  • assegurar a implementação das medidas de controle;
  • acompanhar indicadores e planos de ação;
  • garantir a disponibilidade de recursos;
  • supervisionar a execução das atividades;
  • assegurar a conformidade com os procedimentos estabelecidos.

Supervisores e Responsáveis Operacionais

Compete aos supervisores:

  • verificar o cumprimento dos procedimentos de trabalho;
  • assegurar a correta aplicação das medidas de proteção coletiva e individual;
  • controlar permissões de trabalho e liberações;
  • identificar desvios e comunicar condições de risco.

Trabalhadores Autorizados

Compete aos trabalhadores autorizados:

  • cumprir os procedimentos de segurança estabelecidos;
  • utilizar corretamente os equipamentos de proteção;
  • comunicar situações de risco e não conformidades;
  • interromper atividades sempre que identificadas condições inseguras;
  • participar das ações de capacitação e melhoria contínua.

Responsabilidade Técnica

Quando aplicável, o PGREI® contempla a atuação de profissionais legalmente habilitados e a emissão das respectivas Anotações de Responsabilidade Técnica (ART), em conformidade com a legislação profissional vigente e com as atribuições definidas pelo Sistema CONFEA/CREA.

A responsabilidade técnica dos estudos, projetos, inspeções e laudos não substitui as responsabilidades da organização, das lideranças e dos trabalhadores na gestão dos riscos elétricos.

Auditorias e Melhoria Contínua

As responsabilidades estabelecidas no PGREI® são periodicamente avaliadas por meio de indicadores, auditorias, análise crítica e revisão dos planos de ação, assegurando a evolução contínua do programa.


Auditorias, Inspeções e Melhoria Contínua

O PGREI® adota um processo estruturado de monitoramento, auditoria e melhoria contínua, assegurando que os riscos elétricos sejam continuamente avaliados, controlados e reduzidos ao longo do ciclo de vida das instalações.

Em conformidade com os princípios da NR-10:2026, NR-01 (GRO/PGR), ABNT NBR ISO 31000 e práticas equivalentes ao Electrical Safety Program da NFPA 70E, o desempenho do programa é periodicamente avaliado por meio de inspeções, auditorias, indicadores e análises críticas da gestão.

Relatório Técnico de Inspeção NR-10 (RTI)

O Relatório Técnico de Inspeção das Instalações Elétricas (RTI) constitui um dos principais instrumentos de verificação do PGREI®, permitindo avaliar:

  • a conformidade das instalações elétricas;
  • a eficácia das medidas de controle implementadas;
  • as condições de operação e manutenção;
  • a aderência aos requisitos legais e normativos aplicáveis;
  • a existência de não conformidades e oportunidades de melhoria.

Cronograma de Adequação

As não conformidades, desvios e recomendações identificadas durante as inspeções são consolidadas em um Cronograma de Adequação, estabelecendo:

  • prioridades de tratamento;
  • responsáveis pela implementação;
  • prazos de execução;
  • recursos necessários;
  • acompanhamento da evolução das ações corretivas.

Indicadores de Desempenho

O PGREI® estabelece indicadores para monitorar a evolução do programa, incluindo:

  • percentual de ações concluídas;
  • atendimento aos prazos do cronograma de adequação;
  • quantidade de não conformidades identificadas e tratadas;
  • inspeções realizadas em relação às previstas;
  • desempenho dos treinamentos e capacitações;
  • evolução da maturidade da gestão dos riscos elétricos.

Análise Crítica do Programa

Periodicamente, os resultados das inspeções, indicadores e planos de ação são submetidos à análise crítica da organização, visando:

  • avaliar a eficácia do PGREI®;
  • revisar os critérios de aceitação dos riscos;
  • verificar a adequação das medidas de controle;
  • definir novos objetivos e prioridades;
  • promover a melhoria contínua do desempenho em segurança elétrica.

Ciclo de Melhoria Contínua (PDCA)

O PGREI® é estruturado segundo os princípios do ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act), assegurando a evolução permanente do programa:

Planejar (Plan)

Identificação dos perigos, avaliação dos riscos e definição dos planos de ação.

Executar (Do)

Implementação das medidas de controle, treinamentos e procedimentos.

Verificar (Check)

Realização do Relatório Técnico de Inspeção NR-10 (RTI), acompanhamento dos indicadores e monitoramento do desempenho.

Agir (Act)

Atualização do Cronograma de Adequação, revisão das prioridades e implementação das ações de melhoria.


Como o PGREI funciona na prática

O PGREI segue uma metodologia estruturada em fases técnicas, documentada em detalhe no livro de referência Gestão de Riscos Elétricos Industriais (Eng. Glauber Maurin, ISBN 978-65-01-51709-4). Na operação, isso se traduz em:

1. Inventário de Risco Elétrico

Levantamento das instalações por unidade consumidora, RTI (Relatório Técnico de Inspeção), inventário de áreas classificadas e riscos adicionais (espaços confinados, altura, atmosferas explosivas). Integrado ao PGR da NR-01.

2. Coleta de Dados e Modelagem Elétrica

Levantamento de campo, atualização de diagrama unifilar “as built”, modelagem do sistema de proteção e estudos de curto-circuito, seletividade
e energia incidente (IEEE 1584 / NBR 17227).

3. Ajuste de Proteção, Sinalização e Mitigação

Parametrização de relés, certificação do funcionamento das proteções,
etiquetagem conforme NBR 16384/NFPA 70E e medidas de engenharia para
redução da energia incidente nos pontos críticos.

4. EPI, Procedimentos e Capacitação

Especificação de vestimenta AR e EPI por ponto de risco, ensaios dielétricos
periódicos, procedimentos de trabalho e treinamento conforme NR-10, item 10.8.

5. Governança Contínua

Indicadores de desempenho (inspeções realizadas vs. planejadas, tempo de resposta a não conformidades), gestão digital via SGNR10 e suporte em auditorias e fiscalizações.

Conheça a metodologia completa no livro →


O grande diferencial: Engenharia + Software

SGNR10 – Gestão Digital da NR-10

Com o SGNR10, tudo o que hoje está espalhado vira um sistema organizado:

  • prontuário elétrico digital
  • laudos centralizados
  • certificados de EPI e EPC
  • cronograma automático
  • alertas de vencimento
  • evidências prontas para auditoria

Sem planilhas perdidas.
Sem arquivos dispersos.
Sem improviso de última hora.


O que você recebe no PGREI®

Principais entregáveis do programa:

  • ✓ Política de Segurança Elétrica;
  • ✓ Inventário de Perigos Elétricos;
  • ✓ Matriz e Avaliação de Riscos;
  • ✓ Critérios de Aceitação do Risco;
  • ✓ Plano de Tratamento e Mitigação;
  • ✓ Procedimentos de Trabalho Seguro;
  • ✓ Indicadores de Desempenho;
  • ✓ Auditorias e Revisões Periódicas;
  • ✓ Gestão da Melhoria Contínua;
  • ✓ Governança e Responsabilidades;
  • ✓ Evidências Técnicas e Rastreabilidade;
  • ✓ Integração com NR-10, NR-01 (PGR/GRO), ISO 45001 e NBR 17227.

Uma solução completa e contínua:

  • engenheiro responsável dedicado
  • ART inclusa
  • inventário de riscos elétricos
  • gestão integral da NR-10
  • licença do SGNR10
  • cronograma anual de inspeções
  • controle de ensaios
  • suporte técnico em fiscalizações

Um único responsável técnico cuidando de tudo.


Antes e depois do PGREI


Para quem o PGREI é ideal

  • gestores de manutenção e engenharia
  • indústrias com instalações complexas
  • empresas que já sofreram autuações
  • operações que não podem parar
  • diretores que não aceitam risco oculto

Se você sente que a NR-10 consome tempo demais e gera preocupação demais, o PGREI foi feito para você.


Resultado real de aplicação do PGREI

Indústria de alimentos com histórico de curtos-circuitos e acidentes em painéis elétricos:

  • Estudo de energia incidente nos painéis principais
  • Vestimenta AR e EPI redefinidos com ATPV ≥ 11 cal/cm² por ponto de risco
  • POPs de inspeção e manutenção semanal com termografia
  • Capacitação da equipe de manutenção em NR-10 e análise de risco
  • Indicadores mensais com plano de ação corretivo

Caso adaptado por confidencialidade contratual.

Base normativa do PGREI®

  • NR-10 — Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
  • NR-01 — Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO/PGR)
  • ABNT NBR 17227:2025 — Arco elétrico, energia incidente e vestimentas de proteção
  • ABNT NBR 16384:2022 — Trabalhos seguros com eletricidade
  • IEEE 1584:2018 — Cálculo de energia incidente
  • ISO 45001:2018 — Sistema de gestão de saúde e segurança ocupacional

Metodologia com responsabilidade técnica e autoria publicada

O PGREI® foi desenvolvido pela EletroAlta Engenharia sob responsabilidade técnica do Eng. Glauber Maurin (CREA ativo), autor do livro de referência Gestão de Riscos Elétricos Industriais (ISBN 978-65-01-51709-4), consolidando a metodologia aplicada em instalações industriais críticas em todo o Brasil. Toda execução é formalizada com ART.


O primeiro passo é simples

Diagnóstico Técnico NR-10

Antes de qualquer implantação, avaliamos sua situação atual e apresentamos um plano claro e objetivo.

O PGREI® é a metodologia da EletroAlta para implantação e manutenção de Programas de Segurança Elétrica equivalentes ao Electrical Safety Program (ESP) da NFPA 70E, integrando requisitos da NR-10, NR-01, ABNT NBR 17227 e práticas internacionais de gestão de riscos.

Pare de se preocupar com a próxima fiscalização.


FAQ – PGREI da Eletro Alta Engenharia

Nossos clientes perguntaram.

O que é o PGREI (Programa de Gestão de Riscos Elétricos Industriais)?
O PGREI é um programa estruturado de gestão contínua de riscos elétricos que integra a NR-10 e o PGR da NR-01 ao sistema de gestão de segurança da sua empresa. Vai além de um conjunto de documentos: é um serviço especializado de engenharia para organizar, monitorar e controlar todos os aspectos da segurança elétrica, com evidências técnicas, responsabilidade formal e engenharia aplicada.
Ele não é um “pacote pronto” de planilhas ou checklists, mas uma terceirização técnica da gestão da NR-10, com foco em redução de risco, conformidade normativa e continuidade operacional.
Por que precisamos de um Programa de Gestão de Riscos Elétricos?
Empresas e trabalhadores se beneficiam diretamente de um programa completo e estruturado de gestão de riscos elétricos, alinhado às exigências legais brasileiras e às melhores práticas de engenharia.
Na prática, o PGREI permite que a organização:
cumpra integralmente os requisitos de diligência técnica exigidos pela NR-10
reduza a exposição jurídica de gestores e da própria empresa
controle de forma efetiva os riscos de choque elétrico e arco elétrico
organize processos, documentos e responsabilidades
garanta evidências técnicas rastreáveis em auditorias e fiscalizações
Sem um programa estruturado, a gestão da NR-10 costuma ser reativa e improvisada.
Com o PGREI, ela passa a ser preventiva, organizada e auditável.
Como o PGREI se diferencia de um SGSSO ou de um PGR comum?
No Brasil, muitas empresas já possuem um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) ou um sistema de segurança ocupacional. Esses sistemas identificam perigos e definem medidas gerais de controle.
O PGREI, por sua vez, trata especificamente dos riscos elétricos, com: inventário técnico completo de instalações elétricas gestão contínua de inspeções, ensaios e laudos integração técnica com o PGR rastreabilidade documental responsabilidade técnica formal com ART. Ou seja, ele é um subsistema técnico especializado, direcionado para o risco elétrico, e não um documento isolado.

Quais metodologias de análise de risco o PGREI® utiliza?
O PGREI® aplica metodologias reconhecidas de engenharia de risco — Análise
Preliminar de Risco (APR), FMEA (Análise de Modos de Falha e Efeitos) e
cálculo quantitativo de energia incidente conforme IEEE 1584 e NBR 17227 —
combinando avaliação qualitativa e quantitativa conforme a criticidade
da instalação.
Quais são os elementos obrigatórios de um programa de gestão de riscos elétricos conforme a NR-10?
Um programa de gestão de riscos elétricos completo deve incluir, entre outros itens:
Inventário de riscos elétricos, integrado ao PGR
Prontuário das Instalações Elétricas atualizado
Definição de papéis e responsabilidades técnicas
Plano de inspeções, ensaios e treinamentos
Controle de laudos, certificados e evidenciações
Mapeamento de EPI e EPC específicos para riscos elétricos
Procedimentos operacionais com evidências rastreáveis
Monitoramento de conformidade em tempo real
O PGREI organiza e monitora tudo isso para garantir segurança, conformidade e auditabilidade.
Com que frequência o inventário de risco elétrico deve ser atualizado?
O inventário de risco elétrico deve ser revisado sempre que houver alteração de processo, layout, carga instalada ou equipamentos, e reavaliado periodicamente mesmo sem mudanças aparentes — a NR-10 exige que a avaliação de risco reflita a condição real da instalação, não um retrato histórico. No PGREI®, essa atualização é contínua, integrada ao cronograma de inspeções e ao PGR da NR-01, evitando que o inventário se torne um documento estático e desatualizado.
Quem responde em uma fiscalização quando a empresa usa o PGREI?
No contexto brasileiro, a responsabilidade pela segurança elétrica sempre recai sobre a empresa e seus gestores.
Com o PGREI, essa responsabilidade é assumida tecnicamente de forma estruturada:
há um engenheiro responsável designado
a gestão é documentada com ART
evidências técnicas ficam organizadas e auditáveis
Assim, em uma fiscalização ou auditoria, o programa demonstra que houve gestão técnica qualificada, adequada e contínua, reduzindo exposição jurídica e pessoal.
Qual a diferença entre PGREI e um simples conjunto de documentos ou checklist?
Checklists e conjuntos de documentos isolados não garantem:
continuidade da gestão
responsabilidade técnica estabelecida
evidências organizadas e rastreáveis
metodologia de engenharia aplicada
resposta estruturada a fiscalizações
O PGREI é um processo contínuo de gestão, não uma entrega única de documentos. Ele incorpora:
metodologia de engenharia
responsabilidade técnica formal
sistema digital de evidências (SGNR10)
ciclo contínuo de revisão e atualização.
O PGREI substitui a equipe interna da empresa?
Não.
O PGREI complementa e protege a sua equipe interna, especialmente quando a gestão de risco elétrico consome tempo e energia que poderia ser dedicado à operação, manutenção e produtividade.
Sua equipe continua à frente da operação.
O PGREI assume a gestão técnica do risco elétrico, com metodologia de engenharia, organização documental, cronograma de conformidade e responsabilidade técnica formal.
O que é o inventário de risco elétrico?
É o levantamento técnico de todas as instalações, equipamentos e condições
de risco elétrico de uma planta — incluindo choque elétrico, arco elétrico,
áreas classificadas e condições operacionais. No PGREI®, o inventário é a
primeira fase da metodologia e a base legal para o PGR da NR-01.
O PGREI® é obrigatório pela NR-10?
Não exatamente. A NR-10 não cita o PGREI® pelo nome — ela exige que a empresa identifique, avalie e controle os riscos elétricos de forma estruturada e rastreável, integrada ao PGR da NR-01. O PGREI® é a metodologia proprietária da EletroAlta que cumpre tecnicamente essas exigências. Ou seja: a gestão de risco elétrico é obrigatória; o PGREI® é o instrumento que a EletroAlta oferece para executá-la com responsabilidade técnica e rastreabilidade.
Não queremos solução de prateleira. Nossa empresa é única.
Perfeito – e você está certo.
Nenhuma indústria é igual à outra.
Cada planta possui:
processos diferentes
níveis de tensão distintos
históricos de manutenção próprios
equipes com formações diversas
riscos elétricos específicos
Por isso o PGREI não é um modelo padronizado ou um pacote fechado.

Você tem mais perguntas?