Proteção Contra Descargas Atmosféricas e Sistemas de Alerta de Tempestades Elétricas

Segurança operacional para trabalhos a céu aberto, ambientes industriais e operações críticas

A EletroAlta Engenharia é especializada no projeto, adequação e implantação de soluções completas de proteção contra descargas atmosféricas, integrando SPDA, gestão de risco e sistemas de alerta de tempestades elétricas para trabalhos a céu aberto e ambientes expostos.

Nossa atuação vai além da proteção física: entregamos engenharia aplicada à tomada de decisão, reduzindo riscos à vida, evitando paralisações não planejadas e protegendo ativos críticos.


Por que apenas o SPDA não é suficiente?

Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) protegem estruturas, mas não eliminam o risco operacional durante tempestades elétricas.

Em atividades a céu aberto — manutenção, obras, mineração, pátios industriais, tanques, linhas, eventos técnicos ou operações logísticas — o maior risco é a exposição humana e operacional antes da descarga atingir a estrutura.

É exatamente nesse ponto que entram os Sistemas de Alerta de Tempestades Elétricas, projetados pela EletroAlta com base em normas técnicas nacionais e internacionais.


Engenharia de alerta de tempestades elétricas aplicada ao seu negócio

A EletroAlta projeta e implementa Sistemas de Alerta de Tempestades Elétricas (SATE) conforme a ABNT NBR 16785, integrados à proteção contra descargas atmosféricas definida pela ABNT NBR 5419.

Esses sistemas permitem:

  • Detectar a atividade elétrica atmosférica em tempo real;
  • Antecipar a aproximação de tempestades com descargas;
  • Emitir alertas confiáveis para tomada de decisão operacional;
  • Executar paradas seguras, evacuação e proteção de pessoas;
  • Reduzir acidentes, danos e passivos legais.

O que a EletroAlta entrega na prática

Projetos técnicos completos

  • Engenharia de sistemas de alerta conforme NBR 16785;
  • Definição de critérios técnicos de disparo (raio de detecção, níveis de alerta);
  • Integração com SPDA existente ou novo;
  • Compatibilização com processos industriais e operacionais.

Adequações normativas e operacionais

  • Diagnóstico técnico de risco para trabalhos a céu aberto;
  • Adequação de plantas industriais, canteiros de obra e áreas externas;
  • Integração com NR-10, NR-01 (PGR) e gestão de risco corporativa;
  • Apoio técnico para auditorias, fiscalizações e perícias.

Implantação e comissionamento

  • Seleção e especificação de sensores e sistemas de detecção;
  • Implantação de alarmes sonoros, visuais e integrações operacionais;
  • Testes funcionais e validação técnica do sistema.

Procedimentos e gestão

  • Definição de planos de ação por nível de alerta;
  • Procedimentos de parada segura e retorno operacional;
  • Suporte técnico para documentação, laudos e relatórios.


Aplicações típicas dos projetos EletroAlta

  • Trabalhos de manutenção a céu aberto;
  • Obras industriais e infraestrutura;
  • Mineração e siderurgia;
  • Pátios elétricos e subestações;
  • Tanques, terminais e áreas classificadas;
  • Operações com substâncias inflamáveis ou perigosas;
  • Ambientes com alta exposição humana e operacional.

Mineração: Como reduzir o tempo de inatividade com alertas precisos

Na mineração de superfície, a segurança contra descargas atmosféricas é um desafio crítico que impacta diretamente o custo por tonelada. A implementação de um Sistema de Alerta de Tempestades Elétricas (SATE), conforme a NBR 16785, permite que a EletroAlta substitua as paradas baseadas apenas na observação visual por critérios técnicos de detecção de campo eletrostático. Com sensores de alta precisão, é possível monitorar a aproximação de frentes de tempestade e identificar o risco real de queda de raios muito antes de ocorrer a primeira descarga. Isso permite que a mina execute paradas seguras e planejadas, evacuando frentes de lavra apenas quando o risco é iminente e, crucialmente, autorizando o retorno operacional imediato assim que o sistema detecta a dissipação da atividade elétrica. O resultado é a eliminação do “tempo morto” de espera cautelar excessiva, protegendo a vida dos operadores sem sacrificar a produtividade e a meta de extração diária.


Diferencial técnico da EletroAlta

A EletroAlta não vende apenas equipamentos.
Entrega engenharia de risco aplicada, com base em:

  • ABNT NBR 16785 — Sistemas de Alerta de Tempestades Elétricas;
  • ABNT NBR 5419 — Proteção contra Descargas Atmosféricas;
  • Boas práticas internacionais como a IEC 62793;
  • Integração real entre proteção física, alerta antecipado e decisão operacional.

O resultado é continuidade operacional, redução de acidentes e conformidade técnica defensável.


Proteção não é reação. É antecipação.

Tempestades elétricas não são eventos imprevisíveis.
São riscos técnicos mensuráveis que exigem engenharia, critério e decisão.

A EletroAlta projeta sistemas que antecipam o risco, protegem pessoas e sustentam a operação — mesmo em ambientes críticos e de alta exposição.

Proteção contra Descargas Atmosféricas

Solicite um projeto técnico ou adequação normativa

Fale com a EletroAlta Engenharia e leve sua operação a um novo nível de segurança, conformidade e continuidade operacional.


FAQ – Proteção Contra Descargas Atmosféricas e Sistemas de Alerta de Tempestades Elétricas

Nossos clientes também perguntaram.

Qual é a principal diferença técnica entre a cobertura de um SPDA e um Sistema de Alerta de Tempestades (SATE)?
O SPDA (regido pela NBR 5419) é um sistema passivo projetado para interceptar descargas que atingem estruturas, canalizando a corrente de forma segura para o solo. Já o SATE (regido pela NBR 16785) é um sistema ativo de detecção preventiva. Enquanto o SPDA protege o patrimônio físico e evita incêndios, apenas o SATE oferece a janela de tempo necessária para proteger vidas em áreas abertas e permitir a parada segura de processos industriais críticos antes da queda do primeiro raio.
Como a NBR 16785 define os níveis de alerta para operações a céu aberto?
A norma estabelece quatro fases de evolução de uma tempestade: a Fase 1 (detecção de eletrificação atmosférica sem descargas), a Fase 2 (descargas próximas/em aproximação), a Fase 3 (descargas sobre a área de interesse) e a Fase 4 (dissipação). Um projeto técnico da EletroAlta calibra os sensores para que os alertas de evacuação ocorram entre as fases 1 e 2, garantindo que nenhum trabalhador esteja exposto quando a fase 3 for atingida.
Por que o monitoramento do campo eletrostático é superior aos aplicativos de monitoramento de raios via satélite?
Aplicativos e sistemas baseados em redes de detecção por satélite ou rádio frequência detectam apenas raios que já ocorreram (evento passado). Para segurança do trabalho (NR-10), isso é insuficiente. Os sensores de campo eletrostático instalados pela EletroAlta monitoram a energia acumulada nas nuvens antes do raio acontecer. Isso permite a antecipação do risco de descargas “nuvem-solo” na zona de proteção, oferecendo uma margem de segurança de 15 a 30 minutos.
De que forma o Gerenciamento de Risco (Parte 2 da NBR 5419) influencia a proteção de ativos críticos?
O Gerenciamento de Risco é o cálculo matemático que define se uma estrutura precisa de proteção e qual o seu nível (I a IV). Ele analisa fatores como densidade de descargas atmosféricas na região, tipo de solo e ocupação. Na EletroAlta, usamos esses dados para determinar não apenas a malha de captação, mas também a necessidade de DPS (Dispositivos de Proteção contra Surtos) coordenados para proteger equipamentos eletrônicos e sistemas de automação sensíveis.
Como integrar o plano de ação de tempestades elétricas ao PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) da NR-01?
integração ocorre através da definição de protocolos de “Parada Segura” e “Retorno Operacional”. O sistema de alerta fornece os dados técnicos que alimentam o inventário de riscos do PGR. Ao identificar a atividade elétrica como um risco ambiental, a empresa estabelece procedimentos de evacuação baseados em critérios auditáveis (logs do sensor), o que reduz passivos trabalhistas e garante a conformidade com a NR-10, NR-11 e NR-12.
Quais são os requisitos para que um sistema de alerta de tempestades seja considerado em conformidade técnica?
Para ser considerado válido em perícias e auditorias, o sistema deve ser projetado por empresa registrada no CREA, com emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica). Além disso, os sensores devem atender aos requisitos de precisão da IEC 62793 e da NBR 16785, possuindo redundância de comunicação e alarmes (sonoros e visuais) que operem de forma autônoma, independentemente da rede elétrica local, que pode falhar durante tempestades.

Você tem mais perguntas?

Nossos consultores especialistas estão esperando seu contato.